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Saúde sexual: Pequenos sinais podem evidenciar doenças sexualmente transmissíveis


Estamos na última semana de 2014, e não bastassem as festas de fim de ano, logo chegará também a época do Carnaval, quando para a maioria das pessoas a única regra é a diversão. O descuido com a segurança na hora do sexo, entretanto, pode acabar trazendo sérias consequências no futuro.

Dito isso, se você já fez sexo sem segurança, ou por algum motivo o fará em determinado momento nos próximos dias (recomendamos fortemente que não o faça), saiba que estará sujeito a contrair uma ou mais das inúmeras DST’s (Doenças Sexualmente Transmissíveis) existentes na atualidade, incluindo a mais temida delas, ou seja, a Aids.

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De acordo com uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, cerca de 10,3 milhões de brasileiros, já tiveram sinais ou sintomas de alguma DST. O levantamento realizado apontou ainda que 18% dos homens e 11,4% das mulheres não procuraram nenhum atendimento médico mesmo depois de terem apresentado sintomas ou sinais de doenças do gênero.

O maior problema, contudo, é que se não tratado devidamente, o problema pode se tornar irreversível a médio/longo prazo em determinados casos. Segundo especialistas, inclusive, algumas DST’ se não combatidas podem até mesmo aumentar em cerca de 18 vezes as chances de um paciente se tornar soropositivo.

Cientes desse cenário, e visando conscientizar a todos acerca da importância de uma consulta médica ao menor sinal de uma DST, decidimos apresentar então a seguir uma lista de sintomas que podem ser considerados como possíveis evidências de um problema do gênero. Veja!

Saúde sexual: Pequenos sinais podem evidenciar doenças sexualmente transmissíveis – veja

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Secreção ou corrimento vaginal

De acordo com especialistas, se a mulher apresenta secreção vaginal clara e sem cheiro uma semana antes da menstruação, não há motivo para preocupações. Quando esse tipo de situação se torna recorrente, no entanto, ele pode ser o indício de uma infecção.

Isso porque qualquer secreção que persista, seja ela branca, pink, amarelada ou esverdeada, é naturalmente uma evidência de que algo não está bem, podendo em muitos casos servir como um sinal para a gonorreia, por exemplo. Diante da circunstância, as mulheres devem então ficar sempre atentas.

Verrugas genitais

As verrugas genitais muitas vezes soam como alertas produzidos pelo próprio organismo, pelo que, quando percebidas, devem ser rapidamente examinadas. As verrugas pequenas, sejam elas internas ou externas, podem evidenciar doenças como o HPV, por exemplo.

Vale ressaltar que na mulher esse tipo de mal costuma ser bem mais agressivo que nos homens, já que geralmente aumenta os riscos de se contrair câncer no colo do útero.

Cheiro forte

Os especialistas recomendam que as mulheres procurem um ginecologista tão logo percebam um cheiro forte não característico na região vaginal.

Isso porque o odor pode estar ligado a algum tipo de infecção ou bactéria presente na região, já que quando não tratado corretamente o problema pode acabar acarretando na presença de pus, que por sua vez altera o odor da região. A médio prazo o pus e a própria bactéria pode acabar contribuindo com o surgimento de DST’s

Coceira

De acordo com especialistas, a ligação entre a coceira e algum tipo de DST costuma ser pouco comum, no entanto, uma atenção especial deve ser destinada a esse tipo de sintoma, especialmente se ele surge de maneira frequente.

Isso porque em alguns casos, a coceira vaginal, por exemplo, pode estar ligada à infecção por fungo, que se traduz eventualmente na conhecida doença chamada candidíase. Vale ressaltar ainda que uma coceira vaginal também pode estar ligada a outros tipos de infecções genitais, pelo que, a consulta ao especialista é sempre recomendável.

Dor durante o ato sexual

Sentir dor durante o ato sexual não é algo normal na maioria dos casos, especialmente no caso das mulheres. Esse tipo de sintoma pode ser uma clara evidência de que algo não vai bem, indiciando uma eventual ferida interna ou mesmo uma DST.

Dito isso, as dores sentidas durante a penetração devem ser encaradas sempre como motivo para preocupação. Além disso, sentir incômodo e forte ardência na região genital também não costuma ser um bom indício, pelo que, em todo o caso um especialista deve ser consultado.

Grupo de risco

Os indivíduos que se enquadram no grupo de risco das DSTs exigem cuidados redobrados. Fazem parte de tal grupo aqueles que possuem muitos parceiros sexuais, ou que não usam nenhum tipo de método contraceptivo de barreira, ou seja, camisinha feminina ou masculina.

Todas as pessoas que se enquadram nessas características, devem procurar urgentemete um especialista para consulta, pois, além de estarem colocando a própria saúde em risco, tendem a comprometer eventualmente também a saúde dos parceiros, tanto no presente quanto no futuro.

Marque uma visita no ginecologista

Para manter a certeza de que todos os riscos de doenças sexualmente transmissíveis estão sob controle, o ideal é estar sempre em dia com as consultas com médicos especializados em saúde sexual, que eventualmente pedirão exames preventivos a fim de determinar as reais condições clínicas do paciente.

Vale ressaltar, portanto, que toda mulher sexualmente ativa, deve visitar obrigatoriamente seu ginecologista anualmente, para que os exames de rotina sejam procedidos. Com essa atitude é totalmente possível prevenir o aparecimento inclusive de doenças como câncer de colo de útero (não transmissível sexualmente), dentre outras.



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