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Dólar sobe 0,20% após feriado, de olho em cena política e exterior | Economia / Mercados


Na semana, a moeda acumulou leve baixa de 0,15%.

Após recuar nas duas sessões anteriores, o dólar acabou terminando a sexta-feira (16) com leve alta ante o real, numa sessão de volume reduzido devido à ponte entre o feriado de Corpus Christi e o final de semana, com os investidores de olho no cenário exterior e também no noticiário político doméstico.

O dólar avançou 0,20%, a R$ 3,2871 na venda, depois de oscilar antre a mínima de R$ 3,2784 e a máxima de R$ 3,2975. Na semana, a moeda acumulou leve baixa de 0,15%. Veja a cotação.

“Ficamos na contramão do exterior, ainda com cautela com o político, pregão esvaziado e final de semana à frente”, resumiu um profissional da mesa de câmbio de uma corretora.

O mercado segue monitorando eventuais novas delações que possam comprometer o governo e trabalha na expectativa da esperada denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer, de olho nos impactos sobre o andamento das reformas no Congresso.

“A percepção de que a situação de Temer segue frágil e de que o ambiente político é ainda de completa incerteza tendem a limitar o apetite do investidor”, disse mais cedo o analista de câmbio da Correparti Corretora Guilherme Esquelbek.

O dólar trabalhou predominantemente em alta desde o início da sessão, mas chegou a registrar leves baixas principalmente após dados mais fracos sobre a economia norte-americana.

Mais cedo, foi divulgado que o início das construções de novas moradias caiu 5,5% em maio e, no final da manhã, que o índice de confiança do consumidor dos EUA ficou em 94,5 em junho, abaixo da previsão de 97,1.

Na quarta-feira, o Federal Reserve, banco central norte-americano, elevou a taxa de juros do país pela segunda vez em três meses e, embora tenha sinalizado que pode repetir o movimento, os dados de atividade recentes têm mostrado fraqueza.

No exterior, o dólar recuava contra uma cesta de moedas e também ante algumas moedas de emergentes, como os pesos chileno e mexicano.

O Banco Central brasileiro vendeu integralmente a oferta de até 8,2 mil swaps cambiais tradicionais (equivalente à venda futura de dólares) para rolagem dos contratos que vencem julho. Com isso, já rolou US$ 3,280 bilhões do total de US$ 6,939 bilhões que vence no mês que vem.



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