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Brasil De Fato É Premiado Com Medalha Santos Dumont


O jornal Brasil de Fato MG e outras 121 entidades ou personalidades foram homenageados pelo governo de Minas com a Medalha Santos Dumont. O prêmio é um reconhecimento por relevantes serviços prestados ao povo mineiro e foi instituído em 1956, em comemoração aos 50 anos do primeiro voo do aviador mineiro.

A premiação tem quatro graus: Colar, Ouro, Prata e Bronze. Ao Brasil de Fato, coube a medalha de ouro. “Em um momento como o atual, em que há tanta circulação de falsas informações e quando a imprensa comercial se arvora como a única legítima, é uma alegria muito grande esse reconhecimento do trabalho do Brasil de Fato. Há 15 anos começamos o jornal impresso e agora estamos em vários estados do Brasil, com edições impressas, programas de rádio e conteúdo online, mantendo nossa linha editorial de compromisso com os interesses populares”, afirma a editora do jornal em Minas, Joana Tavares.

Também foram condecorados militares, profissionais liberais, agentes públicos e entidades da sociedade civil, como o Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual de Minas Gerais (CELLOS) e a Instituição Pastoral de Rua da Arquidiocese de Belo Horizonte.

O mineiro Santos Dumont

“Santos Dumont foi persistente e visionário. Certamente, ouviu de muitos que era impossível voar. Não se deixou esmorecer e, por isso, escreveu seu nome na história da humanidade. Que seu exemplo de luta por um sonho nos inspire na caminhada que temos pela frente, em favor de uma Minas e de um Brasil mais justos, fraternos e solidários”, escreveu o governador Fernando Pimentel, em mensagem lida na cerimônia de entrega da medalha, no dia 30 de outubro.

Santos Dumont foi pioneiro na história da aviação, ao idealizar, construir e pôr em movimento a primeira aeronave mais pesada que o ar, o 14-Bis. O feito aconteceu no dia 23 de outubro de 1906, em Paris (França). Sua cidade natal, Palmira, na Zona da Mata, passou a se chamar Santos Dumont em 1932, ano de seu falecimento.

Museu Santos Dumont

A Fazenda Cabangu, local da cerimônia, é o local onde nasceu o aviador. Fica no município de Santos Dumont, distrito de Mantiqueira, e abriga um museu com acervo do inventor, entre réplicas de aviões, documentos e objetos pessoais. A fazenda  recebe visitas regularmente, todos os dias, das 8h30 às 17h.

O imóvel pertence ao Ministério da Aeronáutica. Já o acervo é mantido pela Fundação Casa de Cabangu. Nos últimos meses, a entidade tem enfrentado dificuldades financeiras. Há cerca de duas décadas, a instituição mantém um convênio com a Prefeitura da cidade, recebendo repasse de verbas. Segundo a fundação, o recurso foi interrompido e há uma dívida de cerca de R$ 160 mil.

“Estamos em dificuldades com o pagamento de pessoal desde março e sem recolher as obrigações sociais. Por isso, há uma campanha para levantar recursos, a fim de sanarmos as dívidas”, explica o tesoureiro Silte Henriques. Ele ressalta a importância das contribuições voluntárias. “Não há valor estabelecido. O quanto cada um puder ajudar, aceitamos de bom grado”, acrescenta.

Contribuições em dinheiro podem ser feitos na conta da entidade: agência 3298, conta 60011563-0, Banco Santander. Mais informações pelo e-mail: funccab@sdnet.com.br.

 “Inventar é imaginar o que ninguém pensou; é acreditar no que ninguém jurou; é arriscar o que ninguém ousou; é realizar o que ninguém tentou. Inventar é transcender”

Edição: Joana Tavares



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