Caso mais antigo do mundo traz reflexão sobre tumores serem problema fisiológico moderno, causado por questões ambientais e genéticas


Cientistas alemães encontraram, em um parente pré-histórico das tartarugas, o câncer ósseo mais antigo já registrado.


O tumor foi descoberto em um osso fossilizado da coxa do animal, que, como os seus similares da era Triássica, não possuia um casco e tinha um corpo mais longilínio, além de possuir uma longa calda.


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Segundo o Daily News, o réptil foi encontrado abaixo da cidade de Vellberg, sudoeste da Alemanha, in 2013. A doença mortal foi identificada com poderosos e scanners. O registro é o mais antigo de cânces ósseo em um réptil, ave ou mamífero, segundo os pesquisadores.


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Yara Haridy, do Múdeu de História Narural de Berlim afirma que “o estudo nos dá evidências de que o câncer não é uma anamalia fisiológica moderna, mas uma vulnerabilidade que está enraizada profundamente no histórico da evolução”.


Neste caso, segundo a alemã, “a antiguidade deve ser tratada com maior interesse dado o aumento de câncer em humanos, que tem sido relacionados com questões ambientais e mudanças genéticas, e a raridade de tumores em fósseis”.