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NASA escolhe empresa para desenvolver tecnologias para estação lunar Gateway


Nesta quinta-feira (23), a NASA revelou que a fabricante de satélites Maxar Technologies é a empresa privada a escolhida para desenvolver e demonstrar recursos de potência, propulsão e comunicações para a estação lunar Gateway, que a agência espacial construirá na órbita da Lua nos próximos anos.

De acordo com Jim Bridenstine, administrador da NASA, o elemento de potência e de propulsão é a base da Gateway, e é “um excelente exemplo de como as parcerias com empresas americanas podem ajudar a acelerar o retorno à Lua com a primeira mulher e o próximo homem em 2024″. Ainda segundo Bridenstine, esses recursos serão “o componente-chave sobre o qual construiremos a Gateway, que será a pedra fundamental da arquitetura de exploração sustentável e reutilizável da NASA ao redor da Lua”.

Esse elemento de potência e propulsão é uma espaçonave de propulsão elétrica e solar de 50 quilowatts de alta potência, algo três vezes mais poderoso do que a capacidade atual. O contrato da NASA com a Maxar carrega um valor total máximo de US$ 375 milhões e começa com um período base de 12 meses, podendo ser expandido se necessário. Neste período, visa-se a finalização da fase de projeto da nave.

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Conceito da nave de propulsão que será usada para a construção da Gateway (Imagem: NASA)

A demonstração de voo durará até um ano, durante o qual a nave permanecerá como propriedade da Maxar, sendo operada pela empresa. Depois disso, a NASA poderá adquirir o artefato para usá-lo como primeiro elemento da Gateway — a agência espera lançar o elemento de potência e propulsão no final de 2022.

Conforme explica Mike Barrett, gerente de projeto de elementos de propulsão e energia da NASA, “esse sistema requer muito menos propelente do que os químicos tradicionais, o que permitirá à Gateway movimentar mais massa ao redor da Lua, como um sistema de aterrissagem humana e grandes módulos para viver e trabalhar em órbita”.

O plano de retornar à Lua em 2024, com as novas missões Artemis, é baseado em uma abordagem de duas fases principais: a primeira na velocidade do retorno à Lua, com a segunda estabelecendo a presença humana sustentável até 2028 — isso significa que a Gateway precisa estar ativa e operante até lá, pois a estação servirá como pit stop entre a Terra e a Lua, já que a NASA pretende manter equipes constantes de astronauta em nosso satélite natural tal qual é feito hoje na Estação Espacial Internacional. A Gateway, em um momento futuro, também será essencial para que a humanidade chegue a Marte no final da década de 2030, no mínimo.

Fonte: NASA



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