A aposentadoria não é um assunto distante. Ela faz parte do planejamento de vida de todo trabalhador.
UM POSSÍVEL GOVERNO DE DIREITA NESTE PAÍS, TAMBÉM COLOCA EM RISCO A SUA APOSENTADORIA
UMA SIMPLES PESQUISA NO GOOGLE JÁ BASTA PARA VERMOS A PIORA DA SITUAÇÃO DOS APOSENTADOS NA ARGENTINA NO GOVERNO DE JAVIER MILEI
NÃO PODEMOS PERMITIR QUE ISSO OCORRA NO BRASIL
Porque decisões políticas podem alterar as regras que determinam quando e em quais condições o trabalhador terá direito ao benefício, inclusive os servidores públicos. Mudanças na idade mínima, no tempo de contribuição, na forma de cálculo e nas contribuições previdenciárias podem afetar diretamente o planejamento familiar.
Defender a Previdência não significa ignorar os desafios financeiros. Significa exigir estudos sérios, transparência nas contas e soluções equilibradas, sem transferir automaticamente todo o peso dos ajustes e gastos públicos para os trabalhadores e aposentados.
Não se pode aceitar retrocessos, quem dedicou a vida ao serviço público merece envelhecer com dignidade. A aposentadoria de amanhã começa com as decisões e a proteção dos direitos de hoje.
BRASIL COM DIREITOS OU BRASIL SEM DIREITOS: QUE PAÍS QUEREMOS CONSTRUIR?
As escolhas políticas influenciam o trabalho, a aposentadoria, os serviços públicos e a vida das famílias.
O Brasil que queremos não se constrói apenas com promessas. Ele é resultado das decisões tomadas pelos representantes eleitos, das leis aprovadas, dos recursos destinados às políticas públicas e da participação da sociedade.
Imagine dois caminhos possíveis.
BRASIL COM DIREITOS
Um país que valoriza seus servidores públicos, respeita os trabalhadores, protege a aposentadoria, fortalece a fiscalização do trabalho e investe em saúde, educação, segurança e assistência social.
Um país que reconhece a importância do concurso público, respeita a organização sindical, promove o diálogo e busca melhorar os serviços sem abandonar quem mais precisa.
BRASIL SEM DIREITOS
Um país em que os trabalhadores ficam mais vulneráveis, a fiscalização perde força, as carreiras públicas se tornam mais inseguras e a população encontra dificuldades para acessar serviços essenciais.
Um país em que a redução de despesas se transforma em cortes indiscriminados, sem avaliar os efeitos sobre os servidores, os aposentados e as famílias que dependem das políticas públicas.
Esses dois cenários são uma forma de refletir sobre as consequências possíveis das escolhas políticas, e não uma previsão automática do que acontecerá. Cada proposta precisa ser analisada pelo seu conteúdo, seus efeitos e pelas garantias que oferece à população.
O QUE ESTÁ EM JOGO NESTAS ELEIÇÕES?
Está em jogo a escolha de representantes que participarão das decisões sobre leis, orçamento, políticas de emprego, Previdência e funcionamento do Estado.
Por isso, antes de votar, pesquise o histórico dos candidatos, leia suas propostas e verifique como pretendem tratar os direitos dos trabalhadores e a qualidade dos serviços públicos. Não se deixe levar apenas por promessas, slogans ou mensagens compartilhadas nas redes sociais.
O voto é livre e deve ser exercido com consciência. A democracia também exige participação depois das eleições: acompanhar decisões, cobrar compromissos e fiscalizar os representantes.
O Brasil que queremos depende de informação, participação e respeito aos direitos. Conhecer as propostas é o primeiro passo para escolher com responsabilidade.
FONTES:
PEC 32/2020: https://www.camara.leg.br/propostas-legislativas/2262083
PEC 38/2025: https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_imp?idProposicao=2576168&ord=1&tp=completa
PL 1.893/2026: https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2617268
Convenção nº 151 da OIT: Decreto nº 7.944/2013; Previdência: EC nº 103/2019; Ministério do Trabalho: Lei nº 13.844/2019 e Lei nº 14.261/2021.

